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Mobilidade Urbana nas Grandes Capitais do País Sob a Ótica de Classes Sociais

Rubens dos Santos∗          Danilo Merçon dos Santos†          Renato Novais‡
2022, v-0,0,1

Resumo

A Mobilidade urbana está relacionada aos meios de deslocamento disponíveis que buscam atender o deslocamento da população seja para o trabalho, lazer, cultura entre outros deslocamentos; Devido o caos que se tornou a mobilidade urbana nos grandes centros do país, essa tem tido um foco permanente de discussões entre os setores responsáveis, esse problema se deu principalmente devido aos baixos investimentos nos setores de transportes públicos de média e alta capacidade nas últimas décadas. Essa análise tem como objetivo identificar o quantitativo e percentual de pessoas residentes em até um quilômetro de um terminal de transporte público de média e alta capacidade. Considerando população total, recortes por faixa de renda, gênero e raça e gênero e renda nas regiões metropolitanas de Belém, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo no ano de 2020. Com isso, foi possível realizar uma análise sobre o impacto que a mobilidade urbana tem na vida social, cultural e econômica da população, em especial nas classes analisadas. Com base nos dados obtidos, foi possível identificar que o percentual da população total atendida por uma rede de transporte público de média e alta capacidade ainda é muito baixo, tendo como maior percentual a capital Curitiba que atinge um total de 24,51% da população. Também foi possível identificar que essa distribuição se da de forma mais elevada nas camadas da sociedade com renda per capita mais elevada.

Palavras-chaves: Mobilidade Urbana nas Grandes Capitais do País Sob a Ótica de Classes Sociais.

∗<rubens.santoshd@gmail.com/>
†<danilo.mercon@solutis.com.br/>
‡<renato@ifba.edu.br/>

1          Introdução

O crescimento urbano no Brasil vem consolidando uma grande desigualdade socioe- conômica no espaço urbano do país. Com este crescimento, a população realiza, em média, dois deslocamentos no seu dia a dia precisando assim de um transporte para realizar estes deslocamentos (VASCONCELLOS; CARVALHO; PEREIRA, 2011). O transporte de média e alta capacidade é um dos meios fornecidos que suporta um maior volume de pessoas e é o mais utilizado, com isso, através deste artigo vamos identificar um quantitativo de pessoas que ficam próximas a este serviço de transporte. Inicialmente houve uma dificuldade para encontrar informações precisas que mostre de forma concreta uma quantidade de pessoas que residem nas proximidades dos terminais que oferecem os transportes para a locomoção desta população, também surgindo a necessidade de separar cada indivíduo e identificar de modo econômico quem utiliza. Separando assim por gênero e renda e gênero e cor.

A mobilidade urbana tem um impacto significativo na vida da população em geral (RESENDE; SOUSA, 2009), uma vez que essa interfere diretamente em seu bem estar social, econômico e cultural. A falta de uma infraestrutura adequada de transporte público nas cidades dificulta o acesso às oportunidades como educação, cultura, lazer, religião, etc.(RODRIGUES, 2017).

Entender como o transporte público está distribuído em uma cidade pode então ajudar gestores a organizarem melhor a malha, bem como ajudar os cidadãos a tomarem decisões quanto as questões de moradia e trabalho. Além disso, é importante olhar os dados com foco em questões sociais, uma vez que as classes sociais mais baixas dependem mais de transporte público.

As políticas públicas de transporte de alguma forma vêm tentando oferecer serviços de transportes, tais como terminais de ônibus, ferroviários e entre outros métodos para locomoção da população.

Segundo Azevedo (2013), a questão dos transportes urbanos vem sendo cada vez mais centro de discussões tanto pelos gestores públicos como pelo setor acadêmico. A concentração de pessoas nas metrópoles, fenômeno razoavelmente recente nas grandes cidades de países emergentes, traz muitos benefícios, uma vez que intensifica uma troca de ideias e experiências.

Fazem parte da atual conjuntura do país o crescimento econômico e a mobilidade social. Além disso, outros fenômenos demográficos afetam o transporte e a mobilidade como o maior crescimento da população nos municípios periféricos das regiões metropolitanas e a manutenção de altas concentrações de postos de trabalho nas sedes dessas regiõesGalindo e Neto (2019).

O processo de urbanização deve ser analisado, pois ele recolocou pessoas em ambientes urbanos nos quais elas passam a necessitar de transporte público regular. Ademais, o processo aumentou as dimensões das cidades, fazendo crescer as distâncias e a necessidade de transporte público para as pessoas Vasconcellos e Mendonça (2010).

O aumento desses custos pode comprometer, além da qualidade dos serviços de transporte público e da capacidade financeira de gestão das empresas operadoras, o próprio acesso da população de baixa renda a esses serviços Carvalho e Pereira (2011).

Os problemas relacionados à mobilidade das pessoas têm início num percalço, com o crescimento, deste modo vem de forma direta criando grandes congestionamentos nas vias, com isso gerando uma perda de tempo e um desconforto enorme nos indivíduos que

utilizam as vias para locomoção das mercadorias nos centros urbanos afetam diretamente a qualidade de vida da população, com as externalidades geradas na produção do transporte e, também, o desempenho econômico das atividades urbanas(CARVALHO et al., 2011). Mais do que isso, sistemas de mobilidade ineficientes pioram as desigualdades socioespaciais e pressionam as frágeis condições de equilíbrio ambiental no espaço urbano, o que demanda, por parte dos governantes, a adoção de políticas públicas alinhadas com o objetivo maior de se construir uma base estável e compreensiva para ambas partes fragilizadas.

A mobilidade urbana sustentável do ponto de vista econômico, social e ambiental parte da premissa do melhoramento de vias públicas, uma estrada não restaurada ou não ideal gera a um desgaste físico em veículos e mental em condutores.

Neste contexto, este trabalho traz um apontamento até agora não visto que é o de mostrar de forma visual o quantitativo da população atendida por uma rede de transporte público de média e alta capacidade com recortes por faixa de renda per capita, gênero e renda e gênero e raça nas cidades de Belém, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo no ano de 2020.

O foco dado nesta pesquisa restringe-se ao meio urbano e ao deslocamento apenas de pessoas (GALINDO; NETO, 2019). Com a posse dos dados foi possível obter resultados necessários para a visualização de como essa distribuição de gênero, raça e renda salarial da população que residem próximas destes pontos de fornecimento de transportes de média e alta capacidade. Fixando a visualização destes dados em regiões metropolitanas, tais como Salvador, São Paulo, Rio de Janeiro e outras, também limitando em um período entre 2010 a 2020, no qual na pesquisa, foi constato que para os anos diferentes do ano de 2020, algumas cidades não tinham dados para os indicadores apresentados neste artigos, por esse motivo, foi considerado apenas os dados levantado do ano 2020.

Percebe-se que a mobilidade depende do nível de adequação entre as características das pessoas com a capacidade do sistema de transporte e infraestrutura, incluídas todas as formas de deslocamento possíveis. Gera desvantagem nas camadas mais carentes da população. Isso acontece normalmente devido a falta de locomoção adequada (RODRIGUES, 2017).

2          Referencial Teórico

A subseção 2.1 apresenta conceitos relacionados ao impacto sobre a população, no qual mostra como interfere sobre todos indivíduos que dependem diretamente e indire- tamente de transporte adequado para sua locomoção. A subseção 2.2 discute sobre um levantamento e planejamento para novas estações de transporte coletivo urbano. Por fim, na subseção ?? é abordado o assunto de como o alto custo e a baixa qualidade destes transportes oferecida a população afeta a vida das pessoas.

2.1        Transporte adequado para locomoção

As pessoas sempre buscam de alguma forma uma locomoção mais confortável e rápida, uma desta busca é o veículo próprio para realizar este deslocamento com a alta nas vendas as empresas vem tendo essa meta alcançada com uma maior frequência.

Com isso os congestionamentos vem preocupando todos os indivíduos. Desta forma o congestionamento vem gerando desconforto, stress e outras sensações preocupantes para as pessoas. As regiões metropolitanas brasileiras vem enfrentado um enorme desafio, que são estes congestionamentos. Diante desse fato, as administrações públicas devem ter como prioridade de certa forma ter mais objetividade para resolver este congestionamento no qual vem gerando graves consequências para a qualidade de vida dos cidadãos, associadas a enormes prejuízos econômicos e sociais (RESENDE; SOUSA, 2009).

Uma forma para diminuir esta quantidade enorme de veículos que vem causando estes congestionamentos e dificultando a locomoção dos indivíduos que precisam destas vias para seu deslocamento é de fato o transporte de média e alta capacidade. O fornecimento destes modos de transporte e o entendimento de cada indivíduo para a utilização desta forma de transporte pode diminuir significadamente a quantidade de veículos nas vias.

2.2        Transporte de média e alta capacidade

Os sistemas de transporte de média e alta capacidade são, portanto, mais adequados e eficientes para garantir aos passageiros e habitantes das cidades um acesso mais rápido e confortável às oportunidades e serviços espalhados no território. Dado que estes apresentam para um mesmo tamanho de via uma maior capacidade frente as vans e carros, e percorrem maiores trajetos em menos tempo por desfrutarem de prioridade de passagem, apresentando assim maiores velocidades comerciais (RODRIGUES, 2017).

Estes transportes também tem como objetivo de acolher uma grande capacidade de pessoas. Assim em horários na qual a população mais precisa para realizar sua locomoção ele se torna de certa forma é a melhor opção para realizar o atendimento de cada indivíduo para percorrer os trajetos no qual eles utilizam para chegar ao seu destino.

Mesmo suportando uma grande capacidade de indivíduos, observa-se que o número de pessoas que procuram este meio está sendo bastante alto. Esta alta quantidade de pessoas que utilizam estes transportes, muitas delas não residem próximos a estes terminais. Assim a desigualdade econômica das pessoas afeta cada uma dessas pessoas.

3          Procedimentos Metodológicos

Através da listagem das organizações que mantém dados abertos disponibilizada na matéria análise visual de dados, foram escolhidos os dados abertos sobre mobilidade urbana nas grandes capitais do Brasil a partir do site da organização mobilidados. A MobiliDADOS foi criada com o objetivo de promover o uso de informações confiáveis nos processos de elaboração, monitoramento e avaliação de políticas de mobilidade e desenvolvimento urbano. Além de indicadores para capitais e regiões metropolitanas, a plataforma oferece acesso a todos os dados brutos utilizados e descreve as metodologias de apuração de cada indicador. Esses dados são mantidos pela organização ITDP e apoiado por outras instituições como: iCS, OAK. ITPD é um instituto de transporte e desenvolvimento sem fins lucrativos, constituída em Washington, D.C. em 1985 e sediada na cidade de Nova York. A missão do ITDP é promover o transporte ambientalmente sustentável e equitativo em todo o mundo. Trabalha com governos municipais para implementar projetos de transporte e desenvolvimento urbano que reduzam as emissões de gases de efeito estufa e a poluição, ao mesmo tempo que impulsionam a habitabilidade urbana e as oportunidades econômicas. Neste sentido, conseguimos obter os dados fazendo o cadastro no site mobilidados e feito o download de dois arquivos, um contendo os dados brutos e outro contendo informações sobre os dados, de posso dos arquivos, foi possível extrair, transformar, explorar, analisar e gerar visualizações.

  1. Dados sobre o Percentual de pessoas próximas da rede de transporte de média e alta capacidade (PNT).docx.
  2. MobiliDADOS _ Percentual de pessoas próximas da rede de transporte de média e alta capacidade (PNT) – total, por faixa de renda e desagregações por gênero e raça.xlsx

Figura 1 – Site mobilidados, origem dos arquivos que foram usados para orientação e extração dos dados Clique aqui.

3.1        Conforme visto na figura 2, a extração dos dados brutos dos indicadores foi realizado através do sistema de gerenciamento de banco de dados relacional (SGBD) SQL Server.

Figura 2 – Extração dos dados

3.2        Conforme visto na figura 3, após a importação dos dados para a base de dados SQL Server, foi possível visualizar por meio de instruções SQL os dados brutos dos indicados e com isso, conseguimos identificar que os valores para alguns indicadores referentes aos anos anteriores ao de 2020, estavam zerados. Por esse motivo, consideramos apenas os dados dos indicadores referentes ao ano de 2020 nessa análise. Para que fosse possível usar os dados na ferramente Power BI, foi feito tratamento nestes, deixando-os em um formato apropriado para criar visualizações na ferramento Power BI.

Figura 3 – Transformação dos dados

3.3        Como visto na figura 4, com os dados já formatados, foi feita a carga destes na ferramenta do Power BI para assim, começarmos a criar as visualizações.

Figura 4 – Carga na ferramenta Power BI

3.4        Como visto na figura 5, após dada a carga dos dados na ferramenta Power BI, começamos a criar fórmulas para assim, criar as visualizações que estão sendo utilizadas nesse artigo.

Figura 5 – Novas visualizações

3.5        Uso de técnicas de análise de dados

Como técnica de análise de dados, utilizamos a ferramenta de visualização de dados Power BI.

3.6        Análise dos resultados e discussão

Após criadas as visualizações na ferramenta Power BI, essas foram utilizadas para exibir o quantitativo da população que é atendida nas grandes capitais do país, por uma rede de transporte público de média e alta capacidade (TMA) no raio de até um quilometro (PNT). Tendo essas visualizações recortes por faixa de renda, gênero e renda e gênero e raça.

4          Resultados e Discussão

O objetivo desse trabalho é fazer uma análise dos indicadores relativos aos quan- titativos de domicílios e pessoas que são atendidas por uma rede de transporte público de média e alta capacidade (TMA) no raio de até um quilometro (PNT). Sendo estas observadas nas principais capitais do país. Para isso, foram criadas visualizações em várias perspectivas, as seções seguintes irão demostrar cada uma delas com recortes por população total, domicílios por renda per capita, pessoas por gênero e renda e pessoas por gênero e raça.

4.1        Como visto na figura 6, com este modelo visual é possível analisar o quantitativo de pessoas próximas a um terminal de transporte público de media e alta capacidade (TMA) no raio de até um quilometro (PNT), sem levar em consideração condições como renda per capita, gênero e renda ou gênero e raça. Nas principais capitais do país no ano 2020.

Figura 6 – População total atendida por uma rede de transporte público de média e alta capacidade (TMA)

4.2        Como visto na figura 7, com este modelo visual é possível analisar o quantitativo de domicílios com renda per capita superior a três salários mínimos, que estão próximos a um terminal de transporte público de média e alta capacidade (TMA) no raio de até um quilometro (PNT). Nas principais capitais do país no ano 2020.

Figura 7 – Domicílios com mais de três salários mínimos de renda per capita

4.3        Como visto na figura 8,Com este modelo visual é possível analisar o quantitativo de domicílios com renda per capita de um a três salários mínimos, que estão próximos a um terminal de transporte público de média e alta capacidade (TMA) no raio de até um quilometro (PNT). Nas principais capitais do país no ano 2020.

Figura 8 – Domicílios com um a três salários mínimos de renda per capita

4.4        Como visto na figura 9, neste modelo visual é possível analisar o quantitativo de domicílios com renda per capita com meio a um salário mínimo, que estão próximos a um terminal de transporte público de média e alta capacidade (TMA) no raio de até um quilometro (PNT). Nas principais capitais do país no ano 2020.

Figura 9 – Domicílios com meio a um salário mínimo de renda per capita

4.5        Como visto na figura 10, neste modelo visual é possível analisar o quantitativo de domicílios com renda per capita com zero a meio salário mínimo, que estão próximos a um terminal de transporte público de média e alta capacidade (TMA) no raio de até um quilometro (PNT). Nas principais capitais do país no ano 2020.

Figura 10 – Domicílios com zero a meio salário de renda per capita

4.6        Como visto na figura 11, neste modelo visual é possível analisar os indicadores de pessoas por gênero e raça (mulheres negras), mulheres negras total, população total e o total de pessoas que estão próximas a um terminal de transporte público de media e alta capacidade (TMA) no raio de até um quilometro (PNT). Nas principais capitais do país no ano 2020.

Figura 11 – Análise por gênero e raça

4.7        Como visto na figura 12, Neste modelo visual estão presentes indicadores de gênero e renda (Mulheres com menos de um sálio mínimo), mulheres com menos de um salário mínimo total e o total de pessoas que estão próximas a um terminal de transporte público de média e alta capacidade (TMA) no raio de até um quilometro (PNT). Nas principais capitais do país no ano 2020.

Figura 12 – Análise por gênero renda

4.8        Interação entre as visualizações

Nessa seção, foi disponibilizado o link onde os gráficos foram publicados, estes poderão ser acessados a partir do link a seguir: Clique aqui

5          Conclusão

O objetivo geral dessa análise foi identificar como está distribuído os meios de locomoção em maça nas grandes cidades do país. Foi possível identificar por meio de gráficos o quantitativo de pessoas residentes em até um quilômetro de um terminal de transporte público de média e alta capacidade (TMA). Considerando população total, recortes por faixa de renda, gênero e raça e gênero e renda nas regiões metropolitanas de Belém, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo no ano de 2020. Com base nos dados obtidos, foi possível identificar que o percentual da população total atendida por uma rede de transporte público de média e alta capacidade(TMA) ainda é muito baixo, tendo como maior percentual a capital Curitiba que atinge um total de 24,51% da população. Também foi possível identificar que essa distribuição se da forma mais elevada nas camadas da sociedade com renda per capita mais elevada. Acentuando assim, a desigualdade social que existe nas grandes cidades. Conforme citado por (RESENDE; SOUSA, 2009) a falta de uma infraestrutura

adequada de transporte público nas cidades dificulta o acesso às oportunidades como educação, cultura, lazer, religião, etc. Consequentemente, gera desvantagem nas camadas mais carentes da população. Isso acontece normalmente devido a falta de locomoção adequada (RODRIGUES, 2017).

Referências

AZEVEDO, D. da C. ESTUDO COMPARATIVO DE NOVAS ALTERNATIVAS EM MOBILIDADE URBANA: TECNOLOGIA MAGLEV-COBRA HTS E TECNOLOGIA

VLT. Tese (Doutorado) — Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2013. Citado na página 2.

CARVALHO, C. H. R. d. et al. A mobilidade urbana no brasil. Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2011. Citado na página 3.

CARVALHO, C. H. R. de; PEREIRA, R. H. M. Efeitos da variação da tarifa e da renda da população sobre a demanda de transporte público coletivo urbano no Brasil. [S.l.], 2011. Citado na página 2.

GALINDO, E. P.; NETO, V. C. L. A mobilidade urbana no Brasil: Percepções de sua população. [S.l.], 2019. Citado 2 vezes nas páginas 2 e 3.

RESENDE, P. d. T. V.; SOUSA, P. R. d. Mobilidade urbana nas grandes cidades brasileiras: um estudo sobre os impactos do congestionamento. Fundação do Dom Cabral, SIMPO I, Anais, São Paulo, 2009. Citado 3 vezes nas páginas 2, 4 e 16.

RODRIGUES, B. G. Proposta de Procedimento para Avaliação da Localização Prioritária de Novas Estações de Transporte de Média e Alta Capacidade. Tese (Doutorado) — Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2017. Citado 4 vezes nas páginas 2, 3, 4 e 17.

VASCONCELLOS, E. A. d.; CARVALHO, C. H. R. d.; PEREIRA, R. H. M. Transporte e

mobilidade urbana. Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), 2011. Citado na página 2.

VASCONCELLOS, E. d. A.; MENDONÇA, A. Política nacional de transporte público no brasil: organização e implantação de corredores de ônibus. Revista dos Transportes Públicos, v. 33, n. 20, p. 24–29, 2010. Citado na página 2.

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